O TDCanada Bank Group achou um jeito extraordinário de agradecer os seus clientes. Foram escolhidos clientes antigos e os mesmos foram instruídos a utilizarem um caixa diferenciado, vejam só o que aconteceu! Emocionante!
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Afinal, o que é Inovação?
Atualmente o tema “Inovação”
tem sido bastante discutido por estudiosos e explorado por diversos meios de
comunicação. No entanto, são apresentadas diversas definições e por
consequência, várias interpretações que podem criar algumas barreiras para a
implantação da cultura de inovação principalmente nas pequenas empresas.
É comum perceber entre os pequenos empresários, a
ideia que de a inovação traz consigo o envolvimento com tecnologias complexas e
altos investimentos financeiros. Apesar da conscientização de que precisam inovar para tornar a empresa competitiva e mantê-la
no mercado, a mistificação da inovação acaba impedindo o empresário de praticá-la
dentro da empresa.
Uma organização inovadora não é aquela em que
as inovações ocorrem esporadicamente. Peter Drucker diz que “a inovação
sistemática consiste na busca deliberada e organizada de mudanças, e na análise
sistemática das oportunidades que tais mudanças podem oferecer para a inovação
econômica ou social”. Ou
seja, uma empresa inovadora pratica a inovação como um processo contínuo e
estruturado com o objetivo de colher seus resultados.
Entende-se
como inovação, a aplicação prática de uma ideia, iniciada pelo processo de criatividade.
Geralmente surge como uma sugestão vinda do próprio ambiente interno (ex. colaboradores,
parceiros) ou externo (ex. clientes, mercado) e só passa a ser efetivamente uma
ideia quando examinada relativamente à sua possibilidade de resolver uma dada
situação.
Ainda Peter Drucker define inovação
como o instrumento específico dos empreendedores e o processo pelo qual eles
exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um
serviço diferente, e Gary Hamel define inovação como um processo
estratégico de reinvenção contínua do próprio negócio e da criação de novos
conceitos de negócios. Desse modo, entendemos que o processo de inovação é uma
ferramenta que precisa ser incorporada à cultura organizacional partindo de um
planejamento, e no caso das pequenas empresas, deve-se envolver toda a equipe para
que efetivamente se alcance êxito gerando riqueza.
Segundo a Lei Nº. 10.973, de 2 de dezembro de
2004, determina que inovação é a “introdução de novidade ou aperfeiçoamento no
ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou
serviços”, portanto, repensar as práticas habituais é o propósito da inovação.
De acordo com a definição do Manual de Oslo, documento considerado uma das principais fontes de direcionamento sobre
atividades inovadoras, uma inovação “é a
implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado,
ou um processo, ou novo método de Marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de
negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas”.
A
inovação não deve ser encarada como um evento, ou seja, necessita de estrutura
para a captação dessas ideias e análise da sua viabilidade para então serem
desenvolvidas com a finalidade de se criar valor. A empresa precisa ter seus objetivos bem definidos não
impondo barreiras à criação e ao desenvolvimento de novos produtos, serviços e
processos estimulando a pesquisa e o desenvolvimento como fator importante à
cultura organizacional.
Além dos conceitos, é importante destacar, os diferentes tipos de inovação que podem ser classificadas em três tipos:
Quanto à Intensidade - existem diferenças entre melhorias, invenções, inovação incremental e
inovação radical. Cada qual pode ser medida e avaliada quanto ao impacto do
resultado gerado.
Quanto à Dimensão - são as dimensões onde a inovação pode ocorrer dentro de uma organização.
São elas: as ofertas, os clientes, os processos, os pontos de presença, plataforma,
soluções, experiência do consumidor, captura de valor, organização, cadeia de
fornecimento, relacionamento e marca.
Quanto ao grau de
interdependência - as inovações podem ser
autônomas quando acontecem em paralelo com as demais atuações do negócio ou
sistêmicas que dependem de melhorias anteriores.
É possível considerar, portanto, que uma
empresa inovadora é aquela que produz de forma sistemática e contínua alterações de qualquer natureza independente
do seu porte. Dessa maneira, torna-se necessário gerenciar este processo para
que traga os resultados esperados.
Escrito por: Michelle Oliveira
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Cinco tendências em Inovação e Qualidade
Com o passar o
tempo, algumas palavras têm o seu significado alterado.Os idiomas e seus
significados estão em constante movimento. Qualidade e inovação são exemplos de
palavras que tem seus conceitos alterados. A percepção da qualidade é
influenciada, além do tempo, por diversos fatores, tais como, cultura, tipo de
produto ou serviço prestado, necessidades e as expectativas em relação aos
produtos. O conceito de Inovação já pressupõe algo novo, significativamente
melhorado e com o passar do tempo o novo se torna
corriqueiro, e surge, assim, a necessidade de constante
mudança para haver inovação.
Atualmente muitas empresas se
preocupam com qualidade e inovação. Porém, com as constantes mudanças
desses conceitos as empresas precisam de esforços para acompanhar essas
alterações. Recentemente, qualidade e inovação passaram a levar em
conta aspectos antes ignorados, confira alguns desses pontos:
Novas tendências em
Qualidade
1.
Responsabilidade Social
Responsabilidade social pode
ser definida pela relação ética e transparente da organização com todos os
públicos com os quais se relaciona. Ações de responsabilidade social buscam o
desenvolvimento sustentável e a redução de desigualdade, de forma que a
atividade da empresa traga benefícios à todos, não apenas aos acionários.
Diagnósticos de qualidade
avaliam não somente as qualidades físicas dos produtos, mas também avaliam sua
origem, as condições de produção, os impactos sociais e ambientais etc. Assim,
por exemplo, a avaliação de qualidade de um tênis produzido com trabalho
escravo fica prejudicada. Da mesma forma, uma empresa que não mantém atualizada
suas exigências legais tem sua qualidade comprometida. Por outro lado, se uma
empresa demostra seu comportamento socialmente responsável por meio de ações ou
projetos concretos, sua avaliação em qualidade é maior e pode ser até fator de
maior competitividade no mercado, vide as bolsas carteiras de investimentos que
priorizam empresas socialmente responsáveis e as normas de responsabilidade
social como a ISO 26.000.
2.
Capitalismo consciente
O capitalismo consciente
consiste em 4 esferas: o propósito (criar valor além do lucro), liderança
(valoriza o que há de melhor nos colaboradores), cultura (foca na inovação e no
bem estar) , orientação (transparência e informa os resultados com o objetivo
de engajar). Basicamente a livre iniciativa somada ao objetivo de servir os
envolvidos compõe o capitalismo consciente. O resultado são relações
ganha-ganha com todos os envolvidos. O conceito de qualidade passou a levar em
consideração os relacionamentos entre as parte e estabelecer ganhos a longo
prazo.
Estão surgindo cada vez mais
empresas conscientes de seu papel social e com poder de transformar realidades,
e não somente como forma de gerar lucro.
Novas tendências em Inovação
3. Inovação de marketing
As inovações de marketing
envolvem a implementação de novos métodos de marketing, incluindo mudanças no
design do produto e na embalagem, na promoção do produto e sua colocação, e em
métodos de estabelecimento de preços de bens e de serviços.
4. Inovação organizacional
Uma inovação organizacional é
a implementação de um novo método organizacional nas práticas de negócios
da empresa, na organização do seu local de trabalho ou em suas relações
externas. Novos modelos de negócios, redivisão de tarefas e horários, são
algumas formas de inovação organizacional. Inovação é normalmente relacionado
com mudanças altamente tecnológicas e com custos elevadíssimos, porém inovação
também pode ser algo simples presente no dia-a-dia.
O termo Inovações
organizacionais surgiu em 2003 no Manual de Oslo, referência internacional de
inovação, porém, essas inovações são bastante praticadas.
5. Eco-inovação
A eco-inovação é definida como
uma inovação que melhora o desempenho ambiental das empresas. Como por
exemplo, transformar parte dos resíduos em oportunidade de gerar
receita, que já está se consolidando como prática. Mudar as
características dos produtos por razões ambientais também pode ser fator de
maior competitividade.
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Essas tendências já estão tão
consolidadas que até existem modelos de gestão incluindo os conceitos das
tendências citadas. O Modelo de Excelência em Gestão (MEG) inclui várias das
tendências acima, por exemplo, a responsabilidade social, inovações de
marketing e organizacional. O MEG foi criado a partir das semelhanças entre
empresas de sucesso. Assim, já sabe-se que esses fatores são fontes de
resultados melhores, porém, a difusão dos conceitos deve avançar muito ainda
nos próximos anos. A Fundação Nacional da Qualidade visa difundir o MEG para
todo o país para o maior número de empresas.Essas tendências não se aplicam
somente a grandes empresas: pequenas e médias também estão seguindo
as novidades.
Se quiser saber mais sobre o
MEG, consulte neste link: www.fnq.org.br.
Artigo escrito por Juliana Polizel, extraído do GENOS Blog, disponível em: http://blog.genos.eco.br/2014/08/5-tendencias-em-inovacao-e-qualidade.html
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
PMEs: Quando e como transferir a administração para outra pessoa
Tomar a decisão de transferir o comando da empresa é um passo muito importante e existe a forma certa e o momento ideal para ser praticada.
Os desafios que o administrador de uma empresa enfrenta são muitos e alguns são específicos e comuns em empreendimentos de pequeno e até de médio porte. Nelas, é normal que o próprio dono atue como o principal administrador, já que foi ele quem criou, desenvolveu os processos e conhece melhor o negócio - o que acaba provocando seu envolvimento com o planejamento, estruturação, organização, avaliação da performance e até execução das atividades.
Por muitas vezes as circunstâncias existentes criam a necessidade do dono do negócio manter-se como o administrador da empresa, mesmo que esse não seja seu forte, que ele não goste de desempenhar a função e não seja o mais interessante para o negócio.
Por muitas vezes as circunstâncias existentes criam a necessidade do dono do negócio manter-se como o administrador da empresa, mesmo que esse não seja seu forte, que ele não goste de desempenhar a função e não seja o mais interessante para o negócio.
Para poder se dedicar ao que tem vocação e que normalmente é a maior causa do sucesso da empresa, é preciso muita perspicácia do proprietário para que desde cedo se preocupe em criar as condições que permitirão que ele transfira a administração da empresa para um terceiro, tendo a certeza que terá como manter o controle das ações.
Tomar a decisão de transferir o comando da empresa é um passo muito importante e existe a forma certa e o momento ideal para ser praticada. A transmissão do comando deve ser feita de forma plena, o que corresponde a delegar não apenas responsabilidade, mas também autoridade ao novo administrador que irá passar a gerir a empresa à sua maneira, porém perseguindo os objetivos traçados com o dono do negócio.
O momento de se fazer isso é quando tudo o que for impactado de alguma forma pela mudança estiver devidamente preparado e adequado para a nova situação. As pessoas, incluindo o novo e o antigo administrador, são os que mais precisam estar preparados para essa mudança, sob vários aspectos. O principal deles está relacionado com a necessidade de respeito às regras de conduta que vão garantir a legitimidade a todas as decisões tomadas na empresa nesse novo cenário.
Deixando preparadas as pessoas diretamente envolvidas na transição, o mais importante passa a ser a criação dos mecanismos de controle interno que darão ao dono da empresa a convicção que ele continuará tendo o domínio da situação. A implantação e utilização de bons controles internos é um dos meios que pode contribuir significativamente para que a transferência do comando da empresa ocorra dentro de um ambiente seguro.
Ter bons controles internos funcionando é importante para empresas de todos os tamanhos e em todas as fases de sua existência. Entretanto, quando se fale em controle, logo se pensa na existência de variados tipos de mecanismos voltados para garantir que as metas sejam atingidas, que o patrimônio fique protegido e que o custo e a dificuldade de implementação, manutenção e respeito a eles são fatores impeditivos. Nem tanto.
O administrador de qualquer tipo e tamanho de empresa precisa compreender que os relatórios produzidos a partir do sistema de contabilidade, que legalmente deve ser mantida funcionando pela empresa, podem funcionar bem como instrumentos de controles interno. Os relatórios gerados pela contabilidade permitem controlar as contas bancárias, acompanhando a entrada e saída de dinheiro e os estoques, permitindo saber se o valor investido está adequado. Tem-se também um controle das contas pagar e a receber, analisando os prazos e datas de pagamentos e recebimentos. Além disso, a contabilidade acompanha o pagamento de salários, impostos, empréstimos, receitas e despesas, dentre outras funções.
Uma vez percebida a utilidade da contabilidade como instrumento de controle interno há mais um motivo para os donos e administradores das empresas insistirem e investirem na manutenção de um sistema de contabilidade que funcione e disponibilize informações em tempo hábil. Delegar a administração a outra pessoa pode significar também mais tempo para fazer a empresa crescer e prosperar. Vale a pena investir.
Artigo extraído do Site Administradores, disponível em:
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Papo de ALI - Recado aos Empresários
Este vídeo é um recado aos empresários assistidos pelo Programa ALI - Agentes Locais de Inovação do SEBRAE.
terça-feira, 22 de julho de 2014
EMPRETEC - Desenvolvimento de características de comportamento empreendedor
O Empretec é uma metodologia da Organização das Nações Unidas - ONU voltada para o desenvolvimento de características de comportamento empreendedor e para a identificação de novas oportunidades de negócios, promovido em cerca de 34 países. No Brasil, o Empretec é realizado exclusivamente pelo Sebrae e já capacitou cerca de 190 mil pessoas, em 8.400 turmas distribuídas pelos 27 Estados da Federação. Todo ano, o Empretec capacita em torno de 10 mil participantes.
Segundo pesquisa do Sebrae, os empreendedores que fizeram Empretec registraram um acréscimo de R$ 24,6 mil por mês no faturamento de suas empresas. Mais de 90% dos entrevistados confirmaram o aumento dos lucros após a conclusão do seminário e que aplicaram imediatamente mudanças em seus produtos e serviços com base nos conhecimentos adquiridos.
O Empretec pode proporcionar aos seus participantes a melhoria no seu desempenho empresarial, maior segurança na tomada de decisões, a ampliação da visão de oportunidades, dentre outros ganhos, aumentando assim as chances de sucesso empresarial.
São 60h de capacitação em 6 dias de imersão onde o participante é desafiado em atividades práticas, cientificamente fundamentadas que apontam como um empreendedor de sucesso age, tendo como base 10 características comportamentais:
1. Busca de oportunidade e iniciativa
2. Persistência
3. Correr riscos calculados
4. Exigência de qualidade e eficiência
5. Comprometimento
6. Busca de informações
7. Estabelecimento de metas
8. Planejamento e monitoramento sistemáticos
9. Persuasão e rede de contatos
10. Independência e autoconfiança
Assista a palestra, acesse o link: Palestra EMPRETEC
Mais informações, tel.: (11) 3682-7100 - SEBRAE OSASCO
Fonte: http://www.sebraemais.com.br/solucoes/empretec
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